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A RENOVAÇÃO DA MENTE

 

A humanidade tem vivido muitos momentos turbulentos e que afetam a todos. É natural que tudo isto traga reflexões sobre o sentido da vida e a importância da evolução. Infelizmente, turbulência externa gera turbulência interna. Os medos e as inseguranças podem inundar a mente de confusões e gerar o caos. A mente precisa processar o caos interior e o exterior, digerindo os pensamentos, as frustrações, buscando recursos e mudanças internas que tragam harmonia e, deste modo, uma nova ordem e um novo equilíbrio para gerar novas ideias, atitudes e soluções para enfrentar a realidade que se apresenta.

Este é um processo natural na mente, mas, se a mente está contaminada por distorções, como poderá se reorganizar?

Se a mente está contaminada por imagens e ideias de destruição, de horror, injustiças, ódios e violências, como poderá gerar forças e energias de criação, de amor, de harmonia, beleza e paz?

Há uma contaminação levando o ser humano a agir de modo agressivo, impulsivo, sem medir consequências, como sinal de um descontrole ou de um desequilíbrio que o afasta da capacidade de sentir, de pensar e de contatar a realidade.

Em toda a humanidade aparecem sinais de que a mente está doente em vários graus. Há situações evidenciando um transbordamento de mentes doentes que vêm provocando calamidades, desestruturando sociedades, comunidades e famílias. Parece um vírus que se multiplica eliminando vidas numa brutal violência. São adultos, jovens, adolescentes e até crianças que matam brutalmente como num acesso irreversível.

E, infelizmente, as mídias até fazem de situações tão sérias "um show", não ajudando muito e contaminando em massa as mentes. Como a mente de uma criança absorve isto? Como digere níveis tão trágicos de desequilíbrio mental?

Há setores da sociedade que se mobilizam mostrando preocupação com a banalização da violência e com a influência disto na vida de todos, principalmente das crianças.

Há muitas reflexões a respeito destas questões e uma delas aponta para o óbvio: as mentes doentes talvez sejam vítimas de muitas "doenças" que desencadearam na humanidade os radicalismos, os fundamentalismos, as intolerâncias políticas, sociais e religiosas. A mente velha é uma constante agressora que desenvolve o poder por meio das crenças e mitos ultrapassados que limitam o desenvolvimento humano.

E o que é a mente velha? É a mente que não processa as mudanças, não aceita o que é novo, não assimila as transformações, não digere as turbulências e as frustrações. A mente velha procura viver do passado e reage a tudo que ameace tal posicionamento, tornando-se agressiva quando é confrontada.

Nossas mentes possuem elementos velhos (mais antigos e mais conhecidos) e elementos novos, os resultantes das novas experiências que nos surpreendem e nos levam a buscar caminhos inesperados.

Toda mente tem necessidade de transformar o velho em novo, pois, deste modo evolui, gerando energias mais vibrantes que trazem novos movimentos internos harmoniosos. A mente precisa de equilíbrio, portanto, faz parte de sua natureza processar mudanças, transformações. Nossa mente é criativa, naturalmente, quando processa as adversidades da vida, aprende com elas e se transforma.

Quando a mente luta contra a corrente da vida e volta-se para o passado o que predomina são as fantasias, as ilusões que podem gerar rigidez mental e até fanatismos. As ilusões bloqueiam o processo transformativo e criativo da mente.

Uma mente contaminada por ilusões e fanatismos pode tornar-se uma mente muito doente, sujeita à autodestruição e também à destruição por insensibilidade com os outros e com a realidade.

Como sair disto?

As possíveis saídas estão a cargo de muitos setores da vida e de toda a humanidade de um modo geral. Há fatores religiosos causadores dessa contaminação, mas também, há fatores políticos, econômicos, científicos, educacionais, psicológicos e sociais. Um conjunto de mudanças é necessário para assegurar um futuro mais promissor. Mas, não se faz mudanças sem mentes capazes de avançar e de pensar de forma humanitária, baseadas em princípios de fraternidade, igualdade e liberdade e numa consciência Crística.

Nossa humanidade passa por um momento crítico em que precisamos rever nossos valores individuais e coletivos, a fim de impulsionar novos caminhos que sejam favoráveis a todos.

Todos aqueles que se preocupam com o sofrimento de milhões de seres humanos sabem que há muito trabalho a ser feito, há muitas ações individuais e grupais a serem realizadas.

Precisamos voltar nosso olhar para dentro de nós mesmos e mergulhar em nosso universo interno na busca de uma comunhão com nossa natureza divina. É somente neste mergulho que começamos a contatar e a reconhecer as nossas capacidades latentes, assim como a força natural para movimentar a mente para os níveis superiores da vida.

Precisamos "fazer contato" com a vida que está dentro de nós para, deste modo, nos reconciliarmos com nossa alma e através dela ampliar os horizontes de nossa mente para nos conscientizarmos das inúmeras possibilidades de ação, que podemos realizar em favor de nossos irmãos e irmãs desta humanidade.

De dentro para fora fica mais fácil processar as mudanças e as transformações internas que podem nos levar a uma descontaminação de nossas mentes e nos levar a um equilíbrio necessário para nos tornarmos mais ativos e mais conscientes para contribuir com esta humanidade. A mente é um veículo de expressão da alma e precisamos ter "espaço mental" para receber as energias e as orientações da alma.

Tudo isto fortalece a mente para ver muito além de si mesma e voltar-se para uma ação Crística consciente em comunhão com a alma e com os Mestres e outros Seres de Luz que estejam em unidade com ela.

Somos parte de uma grande família, que é a humanidade. Somos todos irmãos e irmãs buscando crescer e evoluir, mas também somos almas em busca de uma expansão crística real, de dentro para fora e em contínua evolução.

Portanto, precisamos "fazer contato" com nosso universo interno, nos reconciliarmos com a alma, reorganizarmos a mente, tornando-a mais criativa e mais aberta aos ritmos da vida universal e à Unidade Crística.


Texto de: Henrique E. Rosa e Lourdes S. E. Rosa.

 

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